Isabel não havia terminado o curso de história na PUC/RS quando conheceu, nas férias, o Arraial da Ajuda, em Porto Seguro, Bahia, a convite da sua irmã Lais. Logo depois de chegar foi contaminada pela síndrome de Ajuda, uma doença incurável que só faz bem. Se apaixonou pelo lugarejo, e também pelo Guili, um argentino que vivia lá.
sexta-feira, 29 de novembro de 2024
ISABEL LOBATO, ARTISTA E PROFESSORA
domingo, 24 de novembro de 2024
CHE, UM MITO NO LIXO
Numa rua de Porto Alegre, este velho pôster de Che Guevara esperava o momento de ser levado para sua última morada.
sexta-feira, 15 de novembro de 2024
terça-feira, 5 de novembro de 2024
terça-feira, 8 de outubro de 2024
OS PASSEIOS DO LORD
terça-feira, 1 de outubro de 2024
MARESIA TÓXICA
Uma das boas coisas da beira da praia é encher os pulmões de ar puro, salgado. Mas desde que a fumaça das queimadas tomou conta de quase todo país, a maresia do litoral ficou misturada ao óxido de carbono e outras substâncias que compõe as cinzas.
Além da sujeira - os pisos, os móveis, as paredes das casas ficam escuros - o ar enfumaçado prejudica as plantas e desestimula uma simples caminhada.
A saudável maresia se tornou tóxica.
sábado, 21 de setembro de 2024
PARABÓLICAS, ADEUS
Antenas parabólicas na paisagem de um lugarejo próximo a Caraíva, na Bahia
Até 1986, quando as antenas parabólicas começaram a ser vendidas, os moradores das pequenas cidades ou dos vilarejos do interior do Brasil não tinham televisão. A única forma de se manterem informados era o rádio de ondas médias ou curtas. Os bares, hotéis e pousadas foram os primeiros a instalá-las, e se tornou um hábito ver as notícias, as novelas e os jogos de futebol bebendo uma cervejinha no bar mais próximo. Em alguns vilarejos, como a Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, as prefeituras colocavam aparelhos de tevê na praça, onde os moradores viam novelas da Globo e o Jornal Nacional. Depois o aparelho era desligado e a caixa de madeira onde ficava protegido fechada.
Aos poucos as antenas que permitiam ver a programação das redes de televisão se tornaram parte da paisagem dos mais remotos rincões do pais. Foi um avanço importantíssimo: com um custo relativamente baixo, passou a ser possível se conectar com o que estava acontecendo no mundo e ver os programas, as novelas e os jogos sem sair de casa.
Neste ano, acaba a era das parabólicas. Em dezembro o sinal analógico será desligado. A tecnologia 5 G precisa do espaço, assim como o das emissoras de rádio AM, que migraram para a FM. As velhas antenas terão que ser substituídas pelas digitais e se tornarão sucata.
