Espremida entre a China e a Rússia, com mais de 30 por cento de sua população de 3,7 milhões de habitantes composta de nômades, a Mongólia não é nem sombra do império mongol que sob Gengis Khan (ou Cã), ia da Polônia, ao oeste, até a Coréia, ao leste, da Sibéria, ao norte, até o Vietnã, ao sul.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
O EXEMPLO DA MONGÓLIA
Espremida entre a China e a Rússia, com mais de 30 por cento de sua população de 3,7 milhões de habitantes composta de nômades, a Mongólia não é nem sombra do império mongol que sob Gengis Khan (ou Cã), ia da Polônia, ao oeste, até a Coréia, ao leste, da Sibéria, ao norte, até o Vietnã, ao sul.
sábado, 9 de janeiro de 2021
domingo, 3 de janeiro de 2021
LIVRE ARBÍTRIO
Fiquei preocupado, assustado, ao ver tanta gente chegando para passar o final do ano no Litoral. Supermercados e farmácias lotados, praia cheia, quatro ou mais carros estacionados na frente de cada casa.
O que vai ser de nós daqui a duas semanas? Explosão de contaminados,
hospitais sem vagas, gente chorando a morte de familiares diante das câmeras da
tevês.
Hoje de manhã, no meu passeio de bike, vi as pessoas tão felizes por
mais um belo dia, indo para a praia com suas cadeiras e guarda-sóis, que
relaxei. Lembrei que existe o livre arbítrio.
Em vez de estarem em quarentena, lá em Canoas, Porto Alegre ou
Tucunduva, elas decidiram vir para a praia, tomar banho de mar, comer churrasco
com a familia e amigos, passar o reveillon bebendo nos bares.
O risco é delas. Tomara que possam voltar para suas casas com saúde.
Imbé, 10 horas de domingo, 3 de janeiro de 2021 |
terça-feira, 17 de novembro de 2020
A VINGANÇA DAS DONINHAS
Pequenos carnívoros de 15 a 35 centímetros de comprimento, as doninhas, furões e visons, da familia dos ustelídeos, são comuns no hemisfério norte. Excelentes caçadores, se alimentam de ratos e outros bichinhos, e se defendem bem dos predadores, às vezes maiores que eles. Mas com os homens, se dão mal.
domingo, 8 de novembro de 2020
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
O DIA EM QUE CONHECI O ROBERTO
Lidar com repórter - um bom repórter - é difícil. Ele contesta tudo, se acha o máximo, não quer perder tempo em assuntos que não vão render manchete. É turrão, marrento.Lidar com repórter à distância é mais difícil ainda. Ele pode inventar qualquer desculpa para furar uma pauta e ir a um bar beber com alguma gata que conheceu.
terça-feira, 27 de outubro de 2020
BEM PECADINHO! BEM PECADINHO!
A culinária é uma entre tantas cosias que admiro na cultura árabe. Saudável, nutritiva e, sobretudo, saborosa. Meu primeiro contato com ela foi aos 10 anos de idade, quando provei, e adorei, o quibe. Cru. Lá em Três Passos, onde morava, em 1960. Alguém perguntaria: "mas já havia restaurante árabe naquela cidadezinha perdida no noroeste do Rio Grande do Sul"? Claro que não.
Acontece que Fuad Salem, um jovem palestino, decidiu emigrar depois que sua família perdeu tudo ao ser criado o estado de Israel. Veio para o Brasil e, a caminho de algum lugar, conheceu a minha irmã Asta. Se apaixonou por ela, e ela por ele. Namoraram, casaram e acabaram emigrando para os Estados Unidos.
Fuad, que ganhou o nome aportuguesado de Fernando, anunciou que prepararia uma comida tradicional árabe para os familiares de sua namorada. Chegou com a carne, cuidadosamente escolhida, e o trigo burgol. A nós, as crianças, coube a tarefa de arrancar pés de salsa nos quintais das casas - naquela época não havia supermercados nem fruteiras em Três Passos. E conseguimos.
Depois de bem lavada, veio a nova tarefa, dita em alto e bom som pelo chefe: cortar a salsa. Com o detalhe: "bem pecadinho, bem pecadinho".
Ele não entendeu as gargalhadas.

