domingo, 1 de março de 2020
domingo, 16 de fevereiro de 2020
BRASIL NÃO VAI À GUERRA
O TRISTE FIM DO PORTA-AVIÕES SÃO PAULO
Em 1960, quando o porta-aviões Minas Gerais foi incorporado à frota da marinha brasileira, depois de quatro anos de reformas, o compositor/cantor/humorista Juca Chaves fez sucesso com uma modinha que começava assim: " Brasil já vai à guerra, comprou porta-aviões, um viva pra Inglaterra, 82 milhões! Mas que ladrões".
O Minas Gerais se chamava Vengeance até ser comprado, em 1956 da marinha britânica.
Construído em 1944, já no final da Segunda Guerra mundial, estava em boas condições. Sua aquisição foi uma das marcas da era ufanista do presidente Juscelino Kubitchek, da qual a construção de Brasília foi o maior símbolo. Em 2001, depois de 31 anos de serviço, iniciou uma longa viagem até um estaleiro da Índia, onde foi transformado em sucata.
No mesmo ano, o porta-aviões Foch, rebatizado de São Paulo, fazia a travessia do oceano Atlântico em sentido contrário. Comprado por apenas 12 milhões de dólares à marinha francesa, em três parcelas, o porta-aviões foi anunciado pelo governo do presidente Fernando Henrique Cardoso- e saudado pela imprensa da época - como um ótimo negócio. Com quase 40 anos de serviço na marinha francesa, o navio-aeródromo foi um excelente negócio, mas para os franceses, como se viu nos anos seguintes. Eles se livraram de uma sucata de funcionamento caro e inseguro.
Ancorado no arsenal da marinha, no Rio de Janeiro, o São Paulo pouco navegou, apesar das várias reportagens produzidas pelas tevês, que deliciavam os telespectadores com as decolagens dos caças Skyhawks comprados de segunda mão do Kuwait. Catapultados da pista do gigante de 33 mil toneladas, os aviões poderiam alcançar inimigos em qualquer ponto da costa brasileira - embora os maiores perigos estivessem lá do outro lado, nas fronteiras com os países sul-americanos, vulneráveis à ação de traficantes e contrabandistas.
A euforia durou até 17 de maio de 2005. Uma tubulação da caldeira se rompeu e o vazamento matou dois marinheiros e feriu outros oito. Nos cinco anos seguintes, tubulações, catapultas, unidades de resfriamento e o sistema de propulsão foram reformados, a um custo de 100 milhões de dólares. Mas os problemas continuaram e os acidentes se repetiram - um incêndio, com um marujo morto e outro ferido, outro, com feridos. Apesar disto, a marinha insistiu em mantê-lo na esquadra, mesmo inoperante desde 2014. Em 2017 foi tomada a difícil decisão de não gastar mais - foram 287 milhões de dólares em reparos e manutenção, além dos 140 milhões de dólares pagos à Embraer para a modernização dos equipamentos dos 20 Skyhawks, que, órfãos, passaram a operar em pistas terrestres.
Descomissionado - tudo que havia nele de valor foi retirado - o porta-aviões São Paulo está à venda por 5,3 milhões de dólares.
Preço de sucata.
No mesmo ano, o porta-aviões Foch, rebatizado de São Paulo, fazia a travessia do oceano Atlântico em sentido contrário. Comprado por apenas 12 milhões de dólares à marinha francesa, em três parcelas, o porta-aviões foi anunciado pelo governo do presidente Fernando Henrique Cardoso- e saudado pela imprensa da época - como um ótimo negócio. Com quase 40 anos de serviço na marinha francesa, o navio-aeródromo foi um excelente negócio, mas para os franceses, como se viu nos anos seguintes. Eles se livraram de uma sucata de funcionamento caro e inseguro.
Ancorado no arsenal da marinha, no Rio de Janeiro, o São Paulo pouco navegou, apesar das várias reportagens produzidas pelas tevês, que deliciavam os telespectadores com as decolagens dos caças Skyhawks comprados de segunda mão do Kuwait. Catapultados da pista do gigante de 33 mil toneladas, os aviões poderiam alcançar inimigos em qualquer ponto da costa brasileira - embora os maiores perigos estivessem lá do outro lado, nas fronteiras com os países sul-americanos, vulneráveis à ação de traficantes e contrabandistas.
A euforia durou até 17 de maio de 2005. Uma tubulação da caldeira se rompeu e o vazamento matou dois marinheiros e feriu outros oito. Nos cinco anos seguintes, tubulações, catapultas, unidades de resfriamento e o sistema de propulsão foram reformados, a um custo de 100 milhões de dólares. Mas os problemas continuaram e os acidentes se repetiram - um incêndio, com um marujo morto e outro ferido, outro, com feridos. Apesar disto, a marinha insistiu em mantê-lo na esquadra, mesmo inoperante desde 2014. Em 2017 foi tomada a difícil decisão de não gastar mais - foram 287 milhões de dólares em reparos e manutenção, além dos 140 milhões de dólares pagos à Embraer para a modernização dos equipamentos dos 20 Skyhawks, que, órfãos, passaram a operar em pistas terrestres.
Descomissionado - tudo que havia nele de valor foi retirado - o porta-aviões São Paulo está à venda por 5,3 milhões de dólares.
Preço de sucata.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
domingo, 12 de janeiro de 2020
ABAIXO O REGIME!
Uma amiga anunciou no face: "me libertei. Não tomo mais café da manhã!"
Ela deve ter lá suas razões. Mas para mim o desjejum é indispensável. Primeiro um copo de água ou suco, depois mamão e banana com iugurte natural, granola e mel, depois café com leite, pão, manteiga, geleia e queijo. Por último, um cafezinho. E que venha mais um dia!
Recentemente fui consultar uma nutricionista. Ela me receitou alguns fitoterápicos, deu dicas para diminuir o peso e uma dieta. Empaquei já no desjejum: 1 copo de suco detox, dois ovos batidos com uma colher de sopa de farelo de aveia e espinafre. Blergh!
Você conhece alguém que segue as dietas das nutricionistas? Eu, não.
A não ser que a pessoa esteja internada num hospital ou num desses spa para milionários que cobram 4 mil dólares por uma semana. É impossível aguentar uma dieta que nos obriga a comer a cada duas horas alguma coisinha como duas unidades de castanhas de caju (lanche da manhã), uma fruta (lanche da tarde). Almoço? duas colheres de arroz integral e um concha (pequena) de feijão, legumes à vontade. Jantar? um filezinho de peito de frango grelhado com verduras.
Bebidas alcoólicas e refris são proibidos - só sucos e água flavorizada (com rodelas de limão, laranja, abacaxi e, folhas de hortelã para dar um toque sofisticado.)
É claro que com uma dieta dessas a criatura vai emagrecer - e como.
Quanto a mim, vou usar o bom senso: tomar leite e iugurte desnatados, evitar fritutas e carbohidratos, maneirar na cerveja, comer menos, praticar exercícios físicos regularmente.
Mas, se me der na telha, me atracar, de vez em quando, numa costela gorda ou numa macarronada.
E não abro mão do meu café da manhã.
COMO CATAR PLÁSTICO CRIATIVAMENTE
Peixes cata-pet como este, colocado pela prefeitura de Imbé, Rio Grande do Sul, já são vistos em praias de vários países. É uma maneira prática e criativa de preservar e educar.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
HIDRÁULICA MOINHOS DE VENTO
Inaugurada pelo prefeito Alberto Bins em 1928, a Hidráulica Moinhos de Vento é patrimônio histórico de Porto Alegre.
O conjunto arquitetônico é inspirado no Palácio de Versalhes. Em frente ao prédio tem um belo jardim e na parte de trás os tanques de decantação da água bombeada do rio Guaíba. Abastece boa parte da cidade.
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