segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

PASTANDO NAS DUNAS

O campo é logo ali, depois das dunas do Cassino. Mas junto à praia sempre tem algum pasto para o gado.

ENDLESS BEACH


Dos molhes da barra de Rio Grande até o arroio Chuí, na fronteira com o Uruguai, são 240 quilômetros de praia, sem qualquer interrupção. É a maior do mundo, confirmada pelo Guiness.

NÁUFRAGO


Desde 1976, quando encalhou na praia do Cassino, o navio Altair é atração turística e pouso de aves marinhas

sábado, 19 de fevereiro de 2011

CHURRASQUEANDO NA PRAIA DO CASSINO


Praia do Cassino, Rio Grande, RS.

É só olhar as placas: Alegrete, Uruguaiana, Dom Pedrito, Jaguarão, Pelotas e, claro, Rio Grande. Na praia do quase todos os frequentadores são do sul do Estado. Nos domingos de sol o cheiro do churrasco na beira da praia é dominante. As famílias chegam, abrem os guarda-sóis, estendem as barracas e passam o dia dia desfrutando o mar, enquanto a chaleira chia (para o chimarrão) e a carne fica no ponto para ser saboreada.

AS JÓIAS DA LAGOA

Uma cena que lembra o filme E La Nave Va, de Federico Fellini, na praia do Laranjal, em Pelotas

Chimarreando ao entardecer na praia das Nereidas, em São Lourenço do Sul
Clique sobre as fotos para ampliá-las

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A PROTETORA DOS NAVEGANTES








As festas de Nossa Senhora dos Navegantes fazem parte dos meus aniversários. Por ter nascido no dia 2 de fevereiro, me sinto protegido por ela.
Neste ano participei, junto com os moradores e veranistas, da procissão que começou na igreja Nossa Senhora de Fátima, no Imbé, e foi até a beira do rio Tramandaí. De lá, a imagem foi levada numa procissão de barcos até a outra margem, de onde continuou, nos ombros dos fiéis, até a igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, em Tramandaí.
É comovente estar no meio do povo e compartilhar com suas manifestações de fé e gratidão.
Afinal, somos todos navegantes em busca de apoio e conforto nesses mares tão cheios de intempéries.


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

UM DRIBLE NA MUVUCA

A cada final de ano é a mesma coisa: as praias do Litoral norte do Rio Grande do Sul se tornam uma muvuca só. Turbas de bárbaros pós-modernos loucos por "diversão " invadem Tramandaí, Capão da Canoa, Imbé, Xangrilá, Cidreira e até aqueles balneários menores com nomes exóticos como Noiva do Mar, Albatroz e Mariluz.
Bebendo uma cerveja atrás da outra, abrem os porta-malas de seus carrinhos e carrões em qualquer lugar e a qualquer hora para amplificar, com potentes alto-falantes, a sua barulheira. E dê-lhe tecnobrega, pancadão e outras bagaceiradas.
Na maioria das casas, incontáveis caipirinhas embalam os espíritos, enquanto os churrascos são assados. A fumaça das churrasqueiras se mistura à dos rojões. É buuuum dos foguetes, e bum-bum-bum das caixas de som. Não há limites de decibéis nestas horas inesquecíveis da noite da virada.
Mas ...




... bem perto do Litoral, suficientemente longe do surto de demência coletiva, há refúgios onde se pode confraternizar sem ser pertubado. Um deles é a Fazenda Pontal, uma pousada/resort com chalés equipados para acomodar famílias inteiras, à beira da lagoa das Malvas, perto do Morro Alto e a 10 quilômetros de Capão da Canoa. Lá o silêncio só é quebrado pelos mugidos do gado e dos sons dos animais criados na fazenda - ovelhas, cavalos, gansos, pavões - e da fauna nativa. Nesse cenário bucólico se pode cear tranquilamente e depois brindar ao novo ano vendo os fogos no outro lado da lagoa, ao longe...



Fotos de Rodrigo Lobato Duarte