Caros leitores,
não é apenas por vagabundagem do editor que este blog anda devagar, quase parando. É principalmente por um problema de tecnologia.
Aquariano, sempre ávido por novidades, aderi ao 3G da Claro logo que a empresa estendeu a cobertura até a cidade de Imbé, no litoral do Rio Grande do Sul, onde passo a maior parte do tempo. Uma beleza para alguém como eu, de vida semi-nômade. Esteja onde estiver, é só conectar o modem, de tamanho menor que uma carteira de cigarros, ao computador, e ter acesso à internet com banda larga de altíssima velocidade.
Só que ... o modem tem que funcionar. O meu pifou um mês depois de comprado, e subitamente me vi de volta às conexões de cabo, e, pior, de linha discada. Ainda em Florianópolis, onde me encontrava, procurei uma loja da Claro, na esperança de conseguir um modem novo. A mocinha só me deu o número de protocolo da reclamação.
De volta a Porto Alegre, levei a engenhoca ao vendedor. Nota na mão, pedi a reposição. Pacientemente, ele explicou que, depois de sete dias, a responsabilidade passa a ser da fabricante, uma tal de Huawei. Perguntei quanto custa um aparelho novo: 900 reais. Romper o contrato? Impossível. Assinei um compromisso de fidelidade por um ano. Uma ratoeira.
Liguei para a Huawei, em São Paulo, e ela me encaminhou para a assistência técnica em Porto Alegre, que enviou o aparelho para a fabricante, pois não tem condições de consertá-lo. É tecnologia novíssima, desconhecida para os aprendizes de feiticeiros locais. Prazo de entrega? Não tem. É preciso esperar.
Ah, os garotos da Claro me advertiram: não adianta tentar a Vivo, a Tim, a Brasil Telecom. Todas têm a mesma sistemática de venda-arapuca.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
MAR DE CHOCOLATE
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
DEPOIS DA RESSACA, O SOL
Início de 2009. O vento sul de até 100 quilômetros por hora trouxe a chuva e provocou ondas de até três metros, obrigando os barcos a se refugiarem atrás da ilha do Campeche. Foram três dias de ressaca. Ressaca também para os milhares de visitantes que vieram passar o fim de ano nas praias de Florianópolis e tiveram que voltar para suas cidades abaixo de chuva. O sol só voltou no quinto dia do ano.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
VEÍCULO DO FUTURO
sábado, 27 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
EU SOU UM CARANGUEJO!

É isso mesmo, aquele crustáceo encontrado nas praias e mangues, identificado pela carapaça e a forma de andar, sempre para os lados. O editor de um dos mais acessados sites de e para jornalistas de Porto Alegre carimbou de caranguejos aqueles que se insurgem contra as obras modernizadoras da cidade.
A última delas - motivo da reação irada - é a compra do Pontal do Estaleiro, uma área da beira do rio Guaíba onde funcionava um estaleiro falido há alguns anos, por um grupo de empresários para a construção de um condomínio de edifícios residenciais de altissimo luxo. Por ser um terreno de uso público, o projeto teve que ser aprovado pela Câmara de Vereadores, e acabou gerando uma discussão apaixonada entre os autoproclamados modernizadores e os defensores da preservação da orla do rio para uso público.
Ao longo de sua história - e de forma mais intensa depois da década de 60 - Porto Alegre foi sistematicamente agredida pelas empresas de construção civil interessadas apenas no lucro fácil. Elas botaram abaixo praticamente todos os casarões e edifícios pequenos do centro da cidade, substituindo-os por caixotes de concreto. Administradores públicos, também "modernizadores", fizeram a sua parte, construindo um muro ao longo do porto, supostamente para prevenir enchentes. Viadutos e túneis completaram o trabalho de destruição da área central, hoje decadente e abandonada.
Pois eu me orgulho de ter sido sempre um caranguejo. Gostaria de ver a cidade preservada, como Paris e as cidades européias que os tais modernizadores tanto gostam de visitar para apreciar o que aqui põe abaixo. Gostaria do rio despoluído e acessível para todos. Gostaria do pampa sem florestas de pinheiros.
Estou em ótima companhia. A de jornalistas que não se renderam à pressão dos donos das empresas de comunicação (sempre aliados dos empreendedores, de olho nos anúncios e, no caso de alguns, também construtores) nem aos mimos dos empreendedores. De ambientalistas com senso crítico e visão de futuro. De vereadores que não cederam à tentação das ofertas de ajuda para campanhas eleitorais.
Como eles, também sou um caranguejo.
A última delas - motivo da reação irada - é a compra do Pontal do Estaleiro, uma área da beira do rio Guaíba onde funcionava um estaleiro falido há alguns anos, por um grupo de empresários para a construção de um condomínio de edifícios residenciais de altissimo luxo. Por ser um terreno de uso público, o projeto teve que ser aprovado pela Câmara de Vereadores, e acabou gerando uma discussão apaixonada entre os autoproclamados modernizadores e os defensores da preservação da orla do rio para uso público.
Ao longo de sua história - e de forma mais intensa depois da década de 60 - Porto Alegre foi sistematicamente agredida pelas empresas de construção civil interessadas apenas no lucro fácil. Elas botaram abaixo praticamente todos os casarões e edifícios pequenos do centro da cidade, substituindo-os por caixotes de concreto. Administradores públicos, também "modernizadores", fizeram a sua parte, construindo um muro ao longo do porto, supostamente para prevenir enchentes. Viadutos e túneis completaram o trabalho de destruição da área central, hoje decadente e abandonada.
Pois eu me orgulho de ter sido sempre um caranguejo. Gostaria de ver a cidade preservada, como Paris e as cidades européias que os tais modernizadores tanto gostam de visitar para apreciar o que aqui põe abaixo. Gostaria do rio despoluído e acessível para todos. Gostaria do pampa sem florestas de pinheiros.
Estou em ótima companhia. A de jornalistas que não se renderam à pressão dos donos das empresas de comunicação (sempre aliados dos empreendedores, de olho nos anúncios e, no caso de alguns, também construtores) nem aos mimos dos empreendedores. De ambientalistas com senso crítico e visão de futuro. De vereadores que não cederam à tentação das ofertas de ajuda para campanhas eleitorais.
Como eles, também sou um caranguejo.
A melhor obertura do caso do Pontal do Estaleiro é do site de Érico Valduga.
Confira em www.ericovalduga.com.br
domingo, 7 de dezembro de 2008
FRANKFURT
Centro financeiro da União Européia, Frankfurt é a mais internacional das grandes cidades alemãs. Um em cada três dos seus 670 mil habitantes nasceu fora da Alemanha.
Tornou-se conhecida como um local de grandes feiras internacionais, de automóveis a livros.
A cidade tem um lado moderno, com alguns dos maiores e modernos edifícios da Europa, mas o passado é preservado.
O centro histórico, devastado pelos bombardeios no final da Segunda Guerra Mundial, foi totalmente reconstruído, e mantém as mesmas características de antes.
Realejo, a tradição que permanece.
Tornou-se conhecida como um local de grandes feiras internacionais, de automóveis a livros.
A cidade tem um lado moderno, com alguns dos maiores e modernos edifícios da Europa, mas o passado é preservado.
O centro histórico, devastado pelos bombardeios no final da Segunda Guerra Mundial, foi totalmente reconstruído, e mantém as mesmas características de antes.
Realejo, a tradição que permanece.
Assinar:
Postagens (Atom)
