segunda-feira, 14 de agosto de 2023
GRAMADO, EUROPA SEM PASSAPORTE
sábado, 29 de julho de 2023
sábado, 17 de junho de 2023
DEPOIS DA TEMPESTADE
Fim da tarde de sábado, praia de Imbé/RS.
Foram 24 horas de ventos de até 100 km por hora e chuva muito forte, concentrada no litoral norte.
Cidades como Caraá e Maquiné foram devastadas. Mortos, feridos, prejuízos e muita dor e tristeza.
sexta-feira, 26 de maio de 2023
VERANICO DE MAIO/2023
sexta-feira, 5 de maio de 2023
SLEEPING BAG *
Ter um saco de dormir era um sonho (literalmente) de consumo da minha turma. Dormir em qualquer lugar, sem precisar de cama, quarto, até mesmo casa.
terça-feira, 25 de abril de 2023
A SOLIDARIEDADE VENCEU
Alaska vivia no entorno do quilômetro 1 da Estrada do Mar, em Osório. Lá tem um posto de abastecimento, lojinhas, uma pet shop e o Luzardo, parada obrigatória para quem quer tomar um cafezinho, fazer um lanche, almoçar ou jantar, a preços módicos e um excelente atendimento.
quarta-feira, 19 de abril de 2023
ANTES DO TRIP ADVISOR
Para quem não conhece a cidade e não tem indicações seguras, é bem difícil escolher um hotel. Mesmo ferramentas úteis como o Trip Advisor não livram o viajante de entrar em frias, pois as avaliações são feitas por hóspedes, na base do "gostei disto, detestei aquilo".
Até 2015, quando saiu a 50ª e última edição do Guia Quatro Rodas - não era assim. Criado por Vitor Civita e por seu filho Roberto, o guia era o resultado de um trabalho meticuloso de uma equipe que cumpria critérios rígidos. Os principais: todas as contas de hotéis e restaurantes eram pagas, e os repórteres não se identificavam profissionalmente para evitarem qualquer atenção especial.
De 1966, quando saiu a primeira edição (depois de dois anos de viagens por milhares de quilômetros de estradas de um Brasil onde as asfaltadas eram raras), até 1985, as receitas mal cobriam as despesas. Mas depois o guia se consagrou, se tornou indispensável para quem planejava uma viagem.
Na edição de 2015 o editor festejava uma data histórica e expressava a esperança de outros 50 anos. Mas naquela época os custos eram maiores que a receita em publicidade e vendas: a internet sufocava as publicações em papel, e a editora a Abril não teve como seguir bancando o projeto.
Para os viajantes foi uma grande perda. Para o jornalismo, também.