quinta-feira, 22 de novembro de 2007

A DOMICÍLIO

FLORES E FRUTAS

LEITE DO TAMBO

EQUILIBRISTAS DO ARRAIAL DA AJUDA




MONKEY X MOUSE

Em 2007, uma criança pataxó se diverte numa lan house

Em 1989, um hippie com seu mico de estimação. Quem está espiando atrás, de óculos escuros, é meu cunhado Guili, argentino que morou por muitos anos no Arraial, falecido em 1998.

IGREJA DE N.S. D'AJUDA


As igrejas e as primeiras casas dos povoados da Costa do Descobrimento - Santa Cruz  Cabrália, Porto Seguro,  Arraial d'Ajuda, Trancoso - foram construídas em elevações, para facilitar a sua defesa. 
A igreja de N.S. d'Arraial da Ajuda, concluída em 1549, ganhou este nome em homenagem a uma das naus, a Ajuda, em que Tomé de Souza chegou à região. A santa passou a ganhar devotos em todo o Sul da Bahia. A festa em sua homenagem, em agosto, atrai milhares de romeiros.



terça-feira, 20 de novembro de 2007

AVE MARIA


Todos os dias, às seis horas da tarde, um alto-falante instalado junto à torre da igreja joga nos ares a
Ave-Maria de Gounod. É um momento de paz, na passagem do dia para a noite - no nordeste não há horário de verão.
Foto da igreja de N.S. da Ajuda restaurada, em outubro de 2007

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

SOL, MAR, COQUEIRAL


Antes de partir, uma
pose no belo cenário
atrás da igreja do
Arraial da Ajuda, no final
dos anos 80.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

AS FALÉSIAS E O MAR


A natureza exuberante, o clima ameno, as praias belíssimas e a hospitalidade dos descendentes de pataxós que habitam a região atraíram inicialmente os hippies e mais tarde outros brasileiros e estrangeiros em busca de um refúgio para passar alguns dias ou o resto de suas vidas. Na última década, o Arraial da Ajuda, vilarejo quatro quilômetros ao sul de Porto Seguro, na Bahia, separado da sede do município pelo rio Buranhém, se sofisticou. Passou a ser conhecido como "A Esquina do Mundo", pela presença de estrangeiros, especialmente argentinos e europeus. A gastronomia local oferece cardápios que vão da cozinha tradicional portuguesa às carnes argentinas, comida mineira, japonesa, italiana e, claro, baiana, com preços a partir de modestos seis reais. A qualquer hora do dia ou da noite há restaurantes, bares e cafés abertos, como em qualquer grande cidade. Há pousadas requintadas e modestas, para qualquer orçamento. Quem curte a noite tem discotecas e bares com música ao vivo e eletrônica, decorados com criatividade.
Conheci o Arraial da Ajuda em 1984, e desde então tenho voltado todos os anos, sempre na baixa temporada (de março a dezembro...), para passar duas ou três semanas desligado dos meus problemas e os do mundo. O lugar mudou bastante - as principais ruas estão calçadas e limpas, já não se ouve tanta música , os hippies são raros - mas a magia permanece, assim como as praias lindas, a natureza, a hospitalidade do povo. Se o paraíso existe, deve ser parecido com o Arraial.
Na foto acima , a praia da Pitinga. Não conheço nada mais lindo.