
Este vilarejo do emirado de Fujairah, nos montes Hajar, está bem longe da opulência proporcionada pela exploração de petróleo. A maioria da população vive da agricultura e da pecuária.

No inverno, entre dezembro e março, chuvas fortes transformam estes leitos secos em riachos caudalosos. São as whadis, águas que descem das montanhas e acabam engolidas pelas areias do deserto. 
Esta tenda, no lobby de um hotel de Dubai, não é apenas parte da decoração. Hotéis, bares e restaurantes têm tendas ou biombos para a privacidade dos casais ou famílias. Só em seu interior, cortinas fechadas, as mulheres tiram as burcas ou os véus que escondem o rosto. 

As mansões dos milionários são protegidas por altos muros. Mas a principal função deles não é a proteção contra ladrões mas contra a areia do deserto.


A auto-estrada para a região montanhosa dos Emirados Árabes, no Golfo de Oman, tem pistas perfeitas e bem sinalizadas. Aqui é o fim do deserto e o início das montanhas, que os Emirados dividem com o Sultanato de Oman.
Não faltam shopings luxuosos, bonitos e enormes nos Emirados. O país não cobra taxas de importação, o que o torna um imenso free-shop. 
Neste estaleiro improvisado, embarcações fabricadas com técnicas transmitidas de geração em geração desde os antigos fenícios, mestres no comércio e na navegação.



Antes de serem abertas as primeiras estradas, as lagoas eram uma importante via de transporte de cargas e passageiros entre Porto Alegre e Torres, na divisa com Santa Catarina. Hoje elas são usadas para passeios e para a pesca, feita nestas canoas.